EREIGNIS — Heidegger et ses références

Les textes...

Página inicial > Gesamtausgabe > GA2: Estrutura da Obra (trad. Schuback)

SER E TEMPO

GA2: Estrutura da Obra (trad. Schuback)

Índice

terça-feira 7 de março de 2017, por Murilo Cardoso de Castro

              

Tradução revisada de Márcia Sá Cavalcante Schuback de: HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Petrópolis  : Vozes, 2006.

              

INTRODUÇÃO - EXPOSIÇÃO DA QUESTÃO SOBRE O SENTIDO DE SER  

PRIMEIRO CAPÍTULO - NECESSIDADE, ESTRUTURA E PRIMADO   DA QUESTÃO DO SER

§ 1. Necessidade de uma retomada explícita da questão do ser

§ 2. A estrutura formal da questão do ser

§ 3. O primado ontológico da questão do ser

§ 4. O primado ôntico da questão do ser

SEGUNDO CAPÍTULO - A DUPLA TAREFA NA ELABORAÇÃO DA QUESTÃO DO SER. O MÉTODO E O SUMÁRIO DA INVESTIGAÇÃO

§ 5. A analítica ontológica da presença como liberação do horizonte para uma interpretação do sentido   de ser em geral

§ 6. A tarefa de uma destruição da história   da ontologia  

§ 7. O método fenomenológico da investigação

A. O conceito   de fenômeno

B. O conceito de logos  

C. O conceito preliminar de fenomenologia  

§ 8. O sumário do tratado

PRIMEIRA PARTE - A INTERPRETAÇÃO DA PRESENÇA PELA TEMPORALIDADE   E A EXPLICAÇÃO DO TEMPO COMO HORIZONTE TRANSCENDENTAL   DA QUESTÃO DO SER

PRIMEIRA SEÇÃO - ANÁLISE PREPARATÓRIA DOS FUNDAMENTOS DA PRESENÇA

PRIMEIRO CAPÍTULO - EXPOSIÇÃO DA TAREFA DE UMA ANÁLISE PREPARATÓRIA DA PRESENÇA

§ 9. O tema da analítica da presença

§ 10. A delimitação da analítica da presença face à antropologia  , psicologia   e biologia  

§ 11. A analítica existencial   e a interpretação da presença primitiva. As dificuldades para se obter um "conceito natural de mundo  "

SEGUNDO CAPÍTULO - O SER-NO-MUNDO   EM GERAL COMO CONSTITUIÇÃO FUNDAMENTAL DA PRESENÇA

§ 12. Caracterização prévia do ser-no-mundo a partir do ser-em   como tal

§ 13. Exemplo do ser-em num modo derivado. O conhecimento   do mundo

TERCEIRO CAPÍTULO - A MUNDANIDADE   DO MUNDO

§ 14. A idéia de mundanidade do mundo em geral

A. Análise da mundanidade circundante   e da mundanidade em geral

§ 15. O ser   dos entes que vêm ao encontro no mundo circundante  

§ 16. A determinação mundana do mundo circundante que se anuncia no ente   intramundano

§ 17. Referência e sinal  

§ 18. Conjuntura   e significância: a mundanidade do mundo

B. Contraposição da análise da mundanidade à interpretação de mundo de Descartes

§ 19. A determinação de "mundo" como res extensa  

§ 20. Os fundamentos da determinação ontológica de "mundo"

§ 21. A discussão hermenêutica da ontologia cartesiana de "mundo"

C. O circundante do mundo circundante e a espacialidade   da presença

§ 22. A espacialidade do manual   intramundano

§ 23. A espacialidade do ser-no-mundo

§ 24. A espacialidade da presença e o espaço

QUARTO CAPÍTULO - O SER-NO-MUNDO COMO SER-COM   E SER-SI MESMO  . O "IMPESSOAL  "

§ 25. O ponto de partida da questão existencial   sobre o quem   da presença

§ 26. A co-presença dos outros e o ser-com cotidiano  

§ 27. O ser-si mesmo   cotidiano e o impessoal

QUINTO CAPÍTULO - O SER-EM COMO TAL

§ 28. A tarefa de uma análise temática do ser-em

A. A constituição existencial do pre

§ 29. A presença como disposição

§ 30. O medo   como um modo de disposição

§ 31. A presença como compreender  

§ 32. Compreender e interpretação

§ 33. O enunciado   como modo derivado da interpretação

§ 34. Presença e fala. A linguagem  

B. O ser cotidiano do pre e a decadência da presença

§ 35. A falação

§ 36. A curiosidade  

§ 37. A ambigüidade

§ 38. A decadência e o estar-lançado

SEXTO CAPÍTULO - A CURA   COMO SER DA PRESENÇA

§ 39. A questão da totalidade   originária do todo estrutural da presença

§ 40. A disposição fundamental da angústia como abertura   privilegiada da presença

§ 41. O ser da presença como cura

§ 42. A confirmação da interpretação existencial da presença como cura a partir da própria interpretação pré-ontológica da presença

§ 43. Presença, mundanidade e realidade  

a) Realidade como problema do ser e da possibilidade   de comprovação do "mundo externo  "

b) Realidade como problema ontológico

c) Realidade e cura

§ 44. Presença, abertura e verdade  

a) O conceito tradicional de verdade e seus fundamentos ontológicos

b) O fenômeno originário da verdade e o caráter derivado do conceito tradicional de verdade

c) O modo de ser   da verdade e a pressuposição de verdade

SEGUNDA SEÇÃO - PRESENÇA E TEMPORALIDADE

§ 45. O resultado da análise preparatória dos fundamentos da presença e a tarefa de sua interpretação existencial e originária

PRIMEIRO CAPÍTULO - O POSSÍVEL SER-TODO   DA PRESENÇA E O SER-PARA-A-MORTE  

§ 46. A aparente impossibilidade de se aprender   e determinar, ontologicamente, o ser-todo inerente à presença

§ 47. A possibilidade de se experimentar a morte   dos outros e de se apreender   toda a presença

§ 48. O pendente  , o fim   e a totalidade

§ 49. A delimitação da análise existencial da morte frente a outras interpretações possíveis do fenômeno

§ 50. Prelineamento   da estrutura ontológico-existencial da morte

§ 51. O ser-para-a-morte e a cotidianidade   da presença

§ 52. O ser-para-o-fim cotidiano e o pleno conceito existencial da morte

§ 53. O projeto   existencial de um ser-para-a-morte em sentido próprio

SEGUNDO CAPÍTULO - O TESTEMUNHO  , SEGUNDO O MODO DE SER DA PRESENÇA, DE UM PODER-SER   PRÓPRIO E A DECISÃO

§ 54. O problema do testemunho de uma possibilidade existenciária própria

§ 55. Os fundamentos ontológico-existenciais   da consciência

§ 56. O caráter de apelo   da consciência

§ 57. A consciência como apelo da cura

§ 58. A compreensão do interpelar   e a dívida  

§ 59. A interpretação existencial da consciência e sua interpretação vulgar  

§ 60. A estrutura existencial do poder-ser próprio, testemunhado na consciência

TERCEIRO CAPÍTULO - O PODER-SER TODO EM SENTIDO PRÓPRIO DA PRESENÇA E A TEMPORALIDADE COMO SENTIDO ONTOLÓGICO DA CURA

§ 61. Prelineamento da passagem   metodológica entre   a delimitação do ser todo em sentido próprio da presença e a liberação fenomenal   da temporalidade

§ 62. O poder-ser todo, em sentido existenciário e próprio, da presença enquanto decisão antecipadora

§ 63. A situação hermenêutica adquirida para uma interpretação do sentido ontológico da cura e o caráter metodológico da analítica existencial

§ 64. Cura e si-mesmo

§ 65. A temporalidade como sentido ontológico da cura

§ 66. A temporalidade da presença e as tarefas daí decorrentes de uma retomada mais originária da análise existencial

QUARTO CAPÍTULO - TEMPORALIDADE E COTIDIANIDADE

§ 67. O teor básico da constituição existencial da presença e o prelineamento de sua interpretação temporal  

§ 68. A temporalidade da abertura em geral

a) A temporalidade do compreender

b) A temporalidade da disposição

c) A temporalidade da decadência

d) A temporalidade da fala

§ 69. A temporalidade do ser-no-mundo e o problema da transcendência do mundo

a) A temporalidade da ocupação guiada pela circunvisão

b) O sentido temporal em que a ocupação, guiada pela circunvisão, se modifica em descoberta   teórica do que é simplesmente dado   dentro do mundo

c) O problema temporal da transcendência do mundo

§ 70. A temporalidade da espacialidade inerente à presença

§ 71. O sentido temporal da cotidianidade da presença

QUINTO CAPÍTULO - TEMPORALIDADE E HISTORICIDADE  

§ 72. A exposição ontológico-existencial do problema da história

§ 73. A compreensão vulgar da história e o acontecer   da presença

§ 74. A constituição fundamental da historicidade

§ 75. A historicidade da presença e a história do mundo

§ 76. A origem   existencial da historiografia   a partir da historicidade da presença

§ 77. O nexo   da presente exposição do problema da historicidade com as pesquisas de W. Dilthey e as idéias do Conde Yorck  

SEXTO CAPÍTULO - TEMPORALIDADE E INTRATEMPORALIDADE   COMO ORIGEM DO CONCEITO VULGAR DE TEMPO

§ 78. A incompletude da presente análise temporal da presença

§ 79. A temporalidade da presença e a ocupação do tempo

§ 80. O tempo   ocupado e a intratemporalidade

§ 81. A intratemporalidade e a gênese do conceito vulgar de tempo

§ 82. A distinção do nexo ontológico-existencial entre temporalidade, presença e tempo do mundo por oposição à concepção hegeliana da relação entre tempo e espírito

a) O conceito hegeliano de tempo

b) A interpretação hegeliana do nexo entre tempo e espírito

§ 83. A analítica existencial e temporal da presença e a questão de uma ontologia fundamental   sobre o sentido de ser em geral


Ver online : SER E TEMPO